Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

Porto de Mós assinala Ano Internacional das Florestas

No passado dia 4 de Maio a Ecoteca das Serras de Aire e Candeeiros em parceria com a Câmara Municipal de Porto de Mós e a SIMLIS, empresa de saneamento das águas do rio Lis, celebrou o Ano Internacional das Florestas e mais um aniversário do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC).

As actividades começaram de manhã com uma visita guiada a um bosque em Alvados.
O passeio teve início junto ao Centro de Actividades ao Ar Livre e seguiu o caminho habitual noutros passeios pedestres.

A caminhada prosseguiu em ritmo lento, dando espaço para observar a natureza e para as explicações do técnico do Parque.
A experiência foi considerada interessante e agradável pelo público presente pois em Alvados existe uma grande variedade de espécies vegetais.
À tarde, no edifício da Ecoteca, decorreu uma palestra com Jorge Paiva, investigador aposentado do Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra onde este falou principalmente sobre a floresta portuguesa e a sua história. 

Perante um público interessado e visivelmente conhecedor, Jorge Paiva iniciou a sua palestra falando sobre a floresta em Portugal que segundo o próprio "já pouco e é composta maioritariamente por carvalhos e espécies da sua família”.
Além do estado actual das florestas referiu-se aos diferentes estados da flora existente em território nacional durante as várias épocas, abordando também a flora regional dando destaque à mais conhecida plantação do distrito: o pinhal de Leiria.
Pelo meio foi deixando algumas críticas em relação à preservação das florestas em Portugal dizendo que " não se fala da história da nossa floresta porque
quem está no poder tem vergonha do estado a que se está a deixá-la chegar", referindo que a sociedade " é apenas economicista e despreza-se o ambiente".
Alertou ainda para a necessidade de existir um programa de televisão ambiental  para sensibilizar a população e ainda a urgência de se replantarem árvores nas
áreas em que são cortadas para evitar o desaparecimento das grandes florestas.
No final houve espaço para algumas perguntas do público.

Por Diogo Narciso in"Jornal o Portomosense"

publicado por pnsac-viveatuanatureza às 20:56

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